Circuito das Estações SP 10K Etapa Primavera 2009 e Meia Maratona das Pontes – Resultados 27/setembro/09
Postado por podcorrer em: Provas , trackbackAmigos Corredores,
Infelizmente não participei desta etapa do Circuito das Estações São Paulo. A etapa Primavera ocorreu hoje, 27 de setembro de 2009, aqui nas imediações do Estádio Pacaembu, como tradicionalmente acontece. Neste ano já havia participado da etapa Outono e da etapa Inverno, e estava muito confiante de conseguir participar das quatro edições e montar a mandala de medalhas. Infelizmente devido a lesão que sofri no tendão de Aquiles em agosto fiquei muito tempo sem treinar e seria prematuro participar de uma corrida agora. Na próxima estarei lá, espero!
Segundo a organização da prova foram quase 6 mil participantes nesta etapa paulistana do Circuito das Estações. O calor surpreendeu chegando a 28ºC e com o sol forte alguns corredores sentiram dificuldade, principalmente na parte do percurso que passa pelo Elevado.
Os vencedores da categoria masculina foram Ivanildo Pereira (31m03s), seguido por José Rodrigues dos Santos (31m08s) e por Rafael Santos (31m20s). Já o pódio feminino foi ocupado pela vencedora Flaviana Chung com 39m23s, Rosilene Silveira com 39m48s e Paloma Barbosa de Godoy com 40m26s.
Maratona das Pontes
Em outra parte da cidade, lá na Ponte Estaiada na Marginal do Rio Pinheiros ocorreu a primeira edição da Meia Maratona das Pontes com a participação de cerca de 2.500 pessoas. A chegada aconteceu na Cidade Universitária de São Paulo (USP). O primeiro atleta que cruzou a linha de chegada da Meia Maratona foi Marilson Gomes dos Santos no tempo de 1h04m34s.
O maratonista abriu quase três minutos de vantagem em cima do segundo colocado, João Marcos Fonseca, com 1h07m00s. Já a terceira posição foi para Marcos Elias (1h07m21s). O campeão decidiu correr a prova de última hora, já que seu foco principal para o fim do ano é o tricampeonato da Maratona de Nova York.
No feminino a vitória da Meia das Pontes foi para Sirlene Souza Pinho em 1h17m32s. A segunda colocação foi para Edielza Alves dos Santos no tempo de 1h20m47s. A terceira posição ficou com Roseirene Ferreira da Moraes em 1h24m36s.
Se você participou no Circuito das Estações ou na Meia Maratona das Pontes procure suas fotos nos sites abaixo:


Comentários»
A 1ª Meia Maratona das Pontes teve “meia” ponte (desculpe o trocadilho), 2 túneis e 1 trincheira! Disseram que foi culpa da CET que mudou o traçado, mas daí eu me pergunto: lançaram a prova sem estarem com o percurso devidamente autorizado e planejado em conjunto com a CET?
O início foi marcado por um atraso de cerca de 15 minutos. O pouco que isso irrita no começo torna-se uma grande chateação na chegada, pois o calor ficou ainda mais intenso com o sol quase à pino. Na verdade, os problemas já tinham começado na véspera, quando não havia camisetas masculinas tamanho M, G ou GG as 18h na Running Show. Pô, isso pq a inscrição foi de 70 reais!!! Disseram que enviarão pelo correio… eu pergunto: deveríamos alfinetar na pele o número de peito?
A prova começou sobre a ponte estaiada em sua metade, desceu a rampa em direção à pista local da Marginal Pinheiros sentido Interlagos (na contramão do fluxo), passa em frente ao shopping de luxo e aí vira à esquerda para entrar pelo primeiro túnel sob o rio pra sair lá na JK.
Nesse ponto eu ouvia muitos, mas muitos corredores dizerem que tinham visto que o percurso deveria ser seguindo pela ponte da Cidade Jardim. Foram enganados.
Engraçado que eu passo bastante por esse tunel, mas não tinha me dado conta de como é íngreme a descida… muita calma nessa hora, pois ainda tinha muitos corredores juntos e um toque causaria um “strike”. Foi uma sensação diferente correr dentro do túnel. Na saída, depois da subida dividida em 3 partes, tinha um posto de hidratação.
Fomos até a Faria Lima, fizemos 180º e voltamos pela mesma JK. O que tinha sido a subida em 3 partes agora era a descida… dentro do túnel, muito calor e o barulho do tráfego dos carros acima das nossas cabeças. A gente só se dá conta disso quando sai lá na avenida do Jockey. Outro ponto de hidratação e antes da USP ainda tinha mais um um pouco antes da entrada na Cidade Universitária com a distância percorrida de 9km.
A marca de 10K estava na Rua da Raia em frente ao Velódromo. Pra quem optou por essa distância, fim da missão… pros demais, era ainda menos da metade da encrenca.
Cruzamos a USP toda até sair na Av. Politécnica, por onde seguimos em direção ao bairro até praticamente o cruzamento com a Corifeu, voltamos pela mesma rota, entramos novamente na USP, fomos pela rua do IPT, sobe, desce de novo, volta para a raia, vira na próxima à direita, vai até a rua da FEA, volta pra raia de novo e segue até virar em frente ao Estádio para dar meia volta na Praça da Reitoria e cruzar o portal.
O calor estava causticante, confesso que alternei períodos de trote e caminhada de 1min depois do km 18 para baixar a frequencia cardíaca e dentro da USP (onde treino toda semana) a paisagem já não tinha novidade. Meus treinos foram prejudicados por uma série de coisas que atrapalharam as últimas 4 semanas, pensei até que não chegaria, mas eu estava lá, na linha de chegada, reta final.
Cruzei a linha de chegada e fui pegar medalha (“chip na mão!”), bebida e comida… um lanche depão de forma com uma fatia de queijo… frutas? Nope. Mas e os 70 pilas? Ah, esquece… O guarda volumes foi 100%, não perderam nada de ninguém, pelo menos até o momento em que eu estive lá.
Enquanto eu saía da USP com minha esposa – que foi me buscar de carro -, percebi que a fila dos que esperavam o ônibus que os levaria pra região da largada onde deixaram seu carros tinha um fila gigante de corredores. Alô pessoal da logística de apoio da prova, cadê vcs?
Meu tempo final foi de 2h17, marcado por mim. Aí encontro outro detalhe chato: no site da Ativo.com, onde fui buscar o resultado, o meu tempo total de cronometragem (2h20) está igual ao tempo líquido!
A iniciativa de fazer uma prova de meia maratona em SP no segundo semestre é elogiável, mas a (des)organização deixou a desejar em muitos aspectos.
O sol brilhou e fez a manhã do domingão m belo dia pra corridas, melhor manter isso na memória do que os dissabores da organização.
É isso aí, abraxx!!!
Ricardo, obrigadão pelo excelente relato da prova. Deu pra ver que o evento deixou muito a desejar. Da próxima vez, sinta-se a vontade para me mandar um e-mail com o relato, ai publico como um post do blog mesmo, como colaborador convidado, ok? Será um prazer. Mais uma vez, obrigado!
Abs,
Fortes
Ao contrário do Ricardo achei bem organizada para uma primeira prova , com os postos de hidratação e até de isotônicos em garrafas (atrapalha mas valeu pelo calor que todos passamos) as dificuldades do percurso já estavam dentro do meu planejamento …eu fui buscar o meu kit no segundo dia e estava tranquilo. Na saída peguei o ônibus-que me deixou na porta do estacionamento- havia uma fila, porém, fluia.
Pontos a melhorar :
Na hora da inscrição definir o tamanho da camiseta -para n faltar a numeração.
Posicionar o Staff mais cedo para direcionar os participantes e organizar o início da prova(estacionamento-dentro do wtc- , largada e chegada).
Daniel, no tocante à quantidade de postos de hidratação, foram bem generosos, mais até do que a do Rio. Elogiável também o guarda volumes.
Mas ainda digo que faltou bagagem pros caras da organização… na hora de retirar o kit no sábado, antes de descobrir que não tinham mais camisetas, foram quase 20min de fila dentro da Running Show. Faltou gente pra atender no horário de pico.
Que bom que vc pegou o ônibus rápido, eu já ouvi quem esperou quase 50min. Pra quem tinha completado 21km e estava sob o sol do domingo dentro da USP não foi pouca coisa. Faltou ônibus pra atender no horário de pico.
Por fim, achei o preço de 70 reais desproporcional ao kit oferecido. Pra não ficar uma crítica “acusadora” apenas, eu faço comparação com a Meia Cidade do Rio feita em junho passado, que também teve posto de hidratação com isotônico (aliás, da mesma marca que aqui) e ainda tinha gel de carboidrato, tinha frutas no lanche, também tinha massagem (também uma fila enorme, rsrsrs) e mais boné e sacolinha de tecido que poderia ser carregada nos ombros. O preço? Começou com 50 pilas e chegou a no máximo 60 quando encerraram. Cobraram 5 reais de ônibus, ok, mas era opcional.
Repito, uma prova dessa distância no segundo semestre é melhor que nenhuma, mas tomara aprendam com os problemas de domingo pra não repeti-los na próxima. E que combinem direito com a CET pra usar as pontes, ou então, muda o nome pra Meia dos Túneis!
Abraxx!!!